
Olá,
Hoje trago pra vocês uma lista com as criaturas mitológicas de mais destaques. Para mim um dos melhores momentos de Percy Jackson são as batalhas contra os monstros, eu ri muito com o Polifermo em ” O mar de monstros” e fiquei imaginando como série o Landón de ” A maldição do titã” (meu livro preferido), sem falar da da Hydra, da Quimera e da medusa. Aí vai a lista :
Cerberus - Cão com três cabeças, corpo de Leão e cauda de serpente, filho de Tífon e de Equidna, guarda dos antros infernais, onde ladrava com voz fúnebre e terrível. Hércules, num de seus famosos trabalhos, conseguiu acorrentá-lo e levá-lo a Eurtisteu.
Centauros - Seres fortes e brutais, metade homens e metade cavalos, todos filhos de Ixão e de Néfele, à exceção de Folo de Quíron, que tiveram outra origem e caráter menos selvagem. Vivia nos bosques e nos montes da Tessália. Foram inimigos de Hércules e, durante as bodas de Pirítoo, tendo eles insultado a noiva, os Lápidas os aniquilaram.
Ciclopes – Filhos de Poseidon e Anfitrite – sua mulher-reflexo – os ciclopes eram gigantes de um olho só, sendo que este fica na testa. Os ciclopes forjaram os raios de Zeus, o tridente de Poseidon e o capacete da invisibilidade de Hades. Eram mais de cem, mas todos foram mortos, a flechadas, por Apolo, que queria vingar seu filho Esculápio (Asclépio), fulminado pelo raio de Zeus. Essa e outras alegorias ciclópicas, como a luta entre Odisseu e um dos ciclopes, nos indicam a necessidade da vitória da razão objetiva do Ser sobre as forças instintivas negativas, primitivas, egóicas, dentro de todos nós.
Gorgones - Filhas de Fórces com Ceto, irmãs das Gréias. Eram monstros alados, horríveis, com serpentes no lugar do cabelos, petrificavam quem as olhasse nos olhos. Moravam na Lídia, perto do jardim das Hespérides. Eram três: Esteno (a violenta), Eríale (a errante) e Medusa (a dominadora).
Gréias - Chamadas de “As Velhas Mulheres” quando vieram ao mundo já eram velhas. Na origem, era duas: Ênio e Péfredo, às quais, mais tarde juntou-se Deino. Possuíam um só olho e um só dente, comum as três, dos quais se serviam alternadamente. Viviam no extremo Ocidente, no País da noite, onde o Sol nunca resplandecia.
Grifos - Animais fabulosos, com corpo de leão e cabeça de águia, que a tradição colocava nos monte Rifeus, como guardas do ouro do Norte.
Hidra de Lerna - Serpente monstruosa, imaginada com sete, nove, cem ou mais cabeças que, quando cortadas renasciam se, na parte decepada, não se pusesse imediatamente fogo. Com o sangue da Hidra, Héracles impregnava as suas flechas. Infestava os campos nas proximidades de Lerna, nas vizinhanças de Argos. Foi transformada em Constelação astral.
Medusa - Uma das Górgones, a única que era mortal. Orgulhosa de sua beleza, ousou comparar-se a Atena, pelo que, a deusa, irada, transformou seus cabelos em serpentes e fez com que seu olhar petrificasse. Perseu conseguiu cortar-lhe a cabeça, olhando-a refletida num espelho. Do sangue da ferida nasceram Pégaso e Criásor. A cabeça de Medusa foi depois, dada pelo herói a Atena, que a colocou em seu escudo.
Ortros - Filho de Tífon e Equidna, irmão de Cérbero. Vigiava os Bois de Gerião, na ilha Eritéia, onde Héracles o matou.
Satiros - Também chamados de Silenosm são demônios agrestes represenantes masculinos da vida da natureza em suas variadas formas. Constituiam a parte mais turbulenta da comitiva de Dioníso. A imaginação popular concebia-os como seres maliciosos e sensuais e atribuiam à sua figura, orelhas e patas de cabra, rabo de cavalo e nariz achatado. Viviam geralmente nos bosques dançando e tocando instrumentos musicais, perseguindo as ninfas e bebendo rumorosamente.
Minotauro (touro de Minos) é uma figura mitológica criada na Grécia Antiga. Com cabeça e cauda de touro num corpo de homem, este personagem povoou o imaginário dos gregos, levando medo e terror. De acordo com o mito, a criatura habitava um labirinto na Ilha de Creta que era governada pelo rei Minos.
Sereias - Seres fabulosos, metade mulheres e metade aves, demônios ou divindades marinhas, nascidas de Aqéloo e de Melpômene. Situadas, segundo a tradição, numa ilha rochosa no Mediterrâneo, cativavam com o seu canto os marinheiros e os faziam naufragar de encontro aos recifes. Ulisses ouviu-as depois de ter fechado com cera os ouvidos de seus companheiros e ter-se amarrado ao mastro da nau para resistir as suas tentações.
Até o próximo sábado ~*